Meus devaneios
(Rafael De Moraes)
Meus devaneios
Simploriamente meus
Em meio a ritos
alheios
Parecem não mais ter
fim
Um triste arlequim
galante
Sentado na roda
gigante
A girar sem par
A espera de uma
colombina
De um eterno
carnaval
Ou quem sabe apenas
uma rima
Um verso que
satisfaça seu desejo
E lhe cure o mal
Que faça de um
vilarejo uma metrópole
Quiçá uma megalópole
De sábios humanos
Nem sagrados, nem
profanos
Apenas mundanos
Assim como meus
devaneios
Simploriamente
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