O amor eloquente
(Rafa Moraes)
Quando o teu olhar parece me dizer
O tanto que eu escuto meu peito calar
Em cantos que se esgotam no amanhecer
Em todo canto vejo encantos pra se desvendar
O corpo diz que quer
E no desejo então se lança
Na aventura, na esperança
Por vaidade, por prazer
Em busca de quem sabe encontrar no que dizem teus olhos
Aquilo que um dia em sonhos
O amor eloquente veio me dizer
quarta-feira, 26 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Um dobrado bemol
Um dobrado bemol
(Rafa Moraes)
Se os loucos amassem o tanto que eu amei
Se os cantos cantassem encantos que cantei
Talvez o mundo seria melhor
Teria mais paz e amor
E um sofrer que é bonito de se ver
Quando se faz poesia e canção
É dali que o poeta transcende a meta
E faz seu viver
Em forma de oração
Quando cai a noite qualquer sofrimento vai embora
A boemia que invade é sem hora
E se o tempo parasse naquele momento que eu não parei
Quando a lua majestosa enamorada pelo astro rei
Paria mais uma alvorada ao amanhecer
No mais lindo arrebol
Fazendo sustenido de um dobrado bemol
Com os seus carinhos nós dois bem juntinhos embaixo do lençol
(Rafa Moraes)
Se os loucos amassem o tanto que eu amei
Se os cantos cantassem encantos que cantei
Talvez o mundo seria melhor
Teria mais paz e amor
E um sofrer que é bonito de se ver
Quando se faz poesia e canção
É dali que o poeta transcende a meta
E faz seu viver
Em forma de oração
Quando cai a noite qualquer sofrimento vai embora
A boemia que invade é sem hora
E se o tempo parasse naquele momento que eu não parei
Quando a lua majestosa enamorada pelo astro rei
Paria mais uma alvorada ao amanhecer
No mais lindo arrebol
Fazendo sustenido de um dobrado bemol
Com os seus carinhos nós dois bem juntinhos embaixo do lençol
quinta-feira, 6 de março de 2014
Sertão abençoado
Sertão abençoado
(Rafa Moraes)
A gente é tão diferente
Mas a gente sabe combinar
Você me faz expoente
Eu faço mais que lhe amar
Até sem reciprocidade
Me envolve o querer de poder lhe ter
Ao bel prazer da verdade
Do fardo de ser ou não ser
Não sou tudo aquilo que ofusca
E sou tudo aquilo que não
Sou prisioneiro da busca
De um abrigo no seu coração
Você que é sempre constante
Ininterrupta no modo de ser
Num sertão abençoado
É água pra eu beber
(Rafa Moraes)
A gente é tão diferente
Mas a gente sabe combinar
Você me faz expoente
Eu faço mais que lhe amar
Até sem reciprocidade
Me envolve o querer de poder lhe ter
Ao bel prazer da verdade
Do fardo de ser ou não ser
Não sou tudo aquilo que ofusca
E sou tudo aquilo que não
Sou prisioneiro da busca
De um abrigo no seu coração
Você que é sempre constante
Ininterrupta no modo de ser
Num sertão abençoado
É água pra eu beber
quarta-feira, 5 de março de 2014
Dos olhos que me olhavam
Dos olhos que me olhavam
(Rafa Moraes)
Bateu a inspiração
O peito engrandeceu, os olhos encharcaram
E ela me acelerou o coração
Com seus olhos que me olhavam
Ao mesmo tempo em que os desejos se atiravam no salão
Em confetes e serpentinas mergulhados ali dançavam
Feito um casal de amantes dois corpos se encantavam
Rodavam e giravam
Feito um universo em ação
Brilhava a mais bela estrela no meio da constelação
Do olhar ao toque do beijo
Do anseio à contemplação
Da vontade de querer sempre a certeza da afirmação
Dos meus olhos que há algum tempo
Andavam querendo encontrar o teu lindo olhar
Não pude enxergar contra-tempos
Nem outra maneira a não ser lhe amar
E dos olhos que me olhavam
Com o peito acelerado de inspiração
No prazer de te encontrar em reversos em versos fiz essa canção
(Rafa Moraes)
Bateu a inspiração
O peito engrandeceu, os olhos encharcaram
E ela me acelerou o coração
Com seus olhos que me olhavam
Ao mesmo tempo em que os desejos se atiravam no salão
Em confetes e serpentinas mergulhados ali dançavam
Feito um casal de amantes dois corpos se encantavam
Rodavam e giravam
Feito um universo em ação
Brilhava a mais bela estrela no meio da constelação
Do olhar ao toque do beijo
Do anseio à contemplação
Da vontade de querer sempre a certeza da afirmação
Dos meus olhos que há algum tempo
Andavam querendo encontrar o teu lindo olhar
Não pude enxergar contra-tempos
Nem outra maneira a não ser lhe amar
E dos olhos que me olhavam
Com o peito acelerado de inspiração
No prazer de te encontrar em reversos em versos fiz essa canção
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